

Aeroportos da Grande Curitiba ampliam apoio ao transporte de órgãos
Bacacheri recebeu 94 pousos com órgãos até 11 de setembro de 2026, enquanto o Afonso Pena registrou sete no mesmo período. Os dois aeroportos integram a logística dos sistemas estadual e nacional de transplantes.
O Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, e o Aeroporto do Bacacheri, em Curitiba, participam do transporte de órgãos e de equipes médicas. A operação envolve profissionais da saúde, forças de segurança, companhias aéreas, aeroportos e a Casa Militar do Paraná.
Até 11 de setembro de 2026, o Bacacheri havia recebido 94 pousos com órgãos. Em todo o ano de 2025, foram 116. Mantido o ritmo registrado até então, a previsão apresentada é de aproximadamente 135 pousos em 2026.
No Afonso Pena, foram sete pousos com órgãos até 11 de setembro de 2026, contra dez em 2025. Somados, os dois aeroportos chegaram a 101 pousos nessas operações em 2026, ante 126 durante todo o ano anterior. O terminal de São José dos Pinhais também participa do transporte diário de órgãos por companhias como Azul, Gol e Latam.
O Bacacheri, voltado à aviação geral e sem voos comerciais regulares, pode ser aberto durante a madrugada para missões de transporte de órgãos, mesmo tendo funcionamento regular até as 22h. A prioridade operacional para esse tipo de missão também é adotada nos 17 aeroportos da Asur Brasil.
A estrutura aeroportuária é utilizada em um estado que registrou, em 2024, 42,3 doadores de órgãos por milhão de habitantes, segundo os trechos da fonte. Em 2025, o Paraná realizou 2.255 transplantes de órgãos e tecidos.
No Afonso Pena, uma exposição com 5 mil tsurus ficará no saguão entre 21 de setembro e 21 de outubro. A iniciativa do Hospital Angelina Caron busca representar as mais de 5 mil pessoas que aguardam, no Paraná, por um órgão ou tecido para transplante e ampliar a conscientização sobre a doação.
Fonte: Bem Paraná
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